segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Supernanny sim ou não?

Ora bem... quais os temas de hoje nas redes sociais? Dois. O sismo que uns sentiram outros não (eu não senti) e o programa que estreou ontem na SIC Supernanny.
Em relação ao primeiro nada a reportar. Já em relação ao segundo, muito a dizer. 
Se eu vi? Vi! Desde o primeiro dia que foi anunciado fiquei super curiosa. Primeiro, a supernanny é psicóloga claro está (poderia ser uma educadora de infância, um professor, mas não, é uma psicóloga.). O meu segundo pensamento foi estas crianças vão ser expostas na televisão? Hmmm, ora vejamos como corre...
Em relação ao meu segundo dilema digamos que, quem tem de decidir se são expostos ou não, são os pais mas, depois te ter visto o primeiro episódio pensei, esta mãe não consegue aplicar regras em si mesma quanto mais à filha e quanto mais ter o discernimento de perceber o quão negativo pode ser a exposição publica desta criança (não coloco em causa o facto de a senhora ser ou não ser boa mãe). Li varias coisas nas redes sociais, não opinei em nenhuma, ponderei se me devia ou não prenunciar em relação ao assunto. A verdade, é que aquilo que se viu naquele programa é o que acontece em muitos casos e ao contrario do que li em alguns casos não me parece de todo que aquele comportamento seja justificado pela presença de câmaras. Aquela menina é assim... e é assim porque? esta é a pergunta central... nos próximos programas se os virem quase que aposto que existirá sempre um padrão comum, falta de regras e de rotinas, falta de atenção e sentimentos de culpa (por parte dos pais, óbvio). Este programa expõe as crianças mas expõe também os pais, este programa é para eles. A supernanny é para os pais. Pergunto-vos, se as caras das crianças fossem ocultadas (para proteção da identidade da criança) mudariam de opinião? Não quero aprofundar demais... Digam-me vocês o que acham? Outra questão: se querem que as pessoas não vejam este programa talvez o melhor seja não falarmos sobre isto correcto? Parece-me que estamos a fazer publicidade gratuita. sim, porque os que viram e gostaram vão continuar a ver, os que viram e não gostaram vêm para as redes sociais mostrar indignação e os que não viram ficam agora curiosos e vão ver. Pensemos... É VERDADE,  a exposição das crianças não é positiva (na minha opinião) até porque (e tive a prova disto hoje na escola) outras crianças viram este programa inclusive colegas da crianças exposta, o que pode levar à humilhação publica, entre outras coisas. Mas, por outro lado é tão importante que alguns pais possam aprender alguma coisa com estes exemplos.. Ser pai ou mãe solteiro não é desculpa para tudo, não ter tempo, não é desculpa para tudo e secalhar está na altura de se ponderar que educação se está a dar aos nossos filhos...
Em relação à psicóloga Teresa Paula Marques não colocarei de forma alguma em causa o rigor ou profissionalismo da mesma concordando ou não com o que foi dito ou feito, simplesmente fez o seu papel/trabalho. 
Como uma menina minha hoje me disse "havia uma senhora que era a policia que foi lá a casa ver a menina que estava a bater na mãe". Foi este o sentimento...

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Já se sente o cheirinho do Natal

Olá a todos,
hoje deixo-vos 35 sugestões de decorações de Natal muito fáceis de fazer e quase todas com materiais recicláveis.





































Todas as imagens aqui apresentadas foram retiradas da internet.

domingo, 6 de agosto de 2017

Redes sociais não são para crianças

Este é um tema de ampla discussão. Cada vez mais são frequentes casos de crianças e adolescentes que são enganados e que expõe a sua vida na Internet.
Na minha família por exemplo, este uso abusivo das redes sociais é evidente. Crianças com menos de 13 anos cada vez mais dependentes das redes sociais. Será que sou demasiado retrograda ou é cedo demais para andarem nestas andanças?
As estatísticas revelam que cada vez mais crianças e adolescentes possuem perfil próprio nas redes sociais. Cada vez mais, crianças e adolescentes, são infodependentes e quando não o são acabam por ser considerados como infoexcluídos.
Enquanto adultos supostamente temos o discernimento para avaliar o que é adequado partilhar/expor na internet e o que deve ou não ser bloqueado e como fazê-lo. Em contrapartida, uma criança que não tenha o apoio adequado por parte de um adulto em relação aos perigos da utilização da internet, não tem maturidade para tomar determinadas decisões. Aliás, muitas na sua grande maioria nem têm sequer a noção dos riscos inerentes à exposição das suas vidas na internet.
Reparem não sou contra a utilização das novas tecnologias, não é isso que está aqui em questão. Acredito, que através da internet podem ser encontradas várias formas de as crianças desenvolverem diversos conhecimentos desde que, devidamente acompanhadas.
Em Portugal, e segundo um estudo do Eu Kids Online Portugal (http://www.fcsh.unl.pt/eukidsonline/), o facebook é a rede social mais utilizada entre as crianças dos 9 aos 16 anos de idade. E a percentagem de utilizadores aumenta progressivamente.
Malta adulta, sabem que existem redes sociais especificamente desenvolvidas para que os vossos bens mais preciosos possam navegar online em segurança?
Todos sabemos que as redes sociais são um enorme chamariz para os mais pequenos (até para nós) mas, é importante que os encarregados de educação imponham limites para que os mais pequenos percebam que as acções têm consequências que podem ser graves.
Assim sendo, à que repensar esta liberdade em relação às redes sociais e os mais pequenos até porque crianças, são sempre crianças. Para tal, existem algumas alternativas para os mais pequenos.
Deixo-vos então algumas sugestões:

Lego Life: é uma aposta da Lego que quis apostar numa plataforma segura onde crianças até aos 13 anos possam partilhar as suas construções de lego. Nesta, as crianças não podem divulgar os seus dados pessoais, não podem utilizar fotografias nos seus perfis.
Esta rede social Lego Life está disponível para equipamentos móveis com  Android, iOS e Amazon, em diversos países.
Para já, ainda não está disponível em Portugal


O ScuttlePad é uma rede social só para crianças de até 14 anos. Aqui todas as crianças podem participar em grupos e conversa, publicar fotografias e vídeos e imprimir imagens para convidar os amiguinhos a participar neste grupo. Todas as fotos são revistas pela equipa do ScuttlePad manualmente. Os pais participam activamente em todo o processo de cadastrar e para tal é importante que o email seja sempre o do adulto responsável pela criança.


 Esta rede social foi criada em Dezembro de 2009, o objectivo deste é melhorar a qualidade de vida entre crianças e encarregados de educação. Os mais pequenos podem fazer novos amigos, jogar, escrever em blogs e juntar-se em grupos. Aos poucos os administradores tem englobando os pais e até mesmo os educadores através de actividades para imprimir, sugestões de actividades, jogos, etc. Também poderão aqui falar entre si em fóruns por exemplo para pais.




O Togetherville pertence à Disney e apresenta-se como uma rede social para famílias. Os pais podem criar grupos seguros para os seus filhos com menos de 10 anos de idade. No Togetherville, as crianças podem jogar, fazer desenhos, ver vídeos, podem interagir com amigos da vida real e familiares que conhecem e em quem confiam, tudo sob a supervisão dos pais. Aqui os encarregados de educação da criança que passarem no processo de verificação de identidade podem criar e gerir as contas das suas crianças, criam e controlam uma rede de amigos para os seus educandos a partir dos seus familiares e amigos de confiança no Facebook, no sentido de criar um ambiente seguro para os mais pequenos. A comunicação é feita a partir de mensagens pré-definidas, sem chats privados e sem possibilidade de carregar ficheiros. Toda a actividade dos mais pequenos pode ser vista pelos seus encarregados de educação.


O Whatswhat.me foi lançado em Fevereiro de 2011. É direccionado a crianças entre os 7 e 13 anos de idade. Esta rede social é considerada uma das mais seguras. promove o comportamento online positivo. para os pais existe um centro parental de recurso onde são dados conselhos especializados. O Whatswhat.me tem funcionalidades inovadoras como o reconhecimento facial, o alojamento de fotografias encriptadas, moderadores que analisam as denuncias de forma que não exista o cyber bulling. As crianças só podem conectar-.se a outras um ano acima ou abaixo da sua idade a menos que os pais aprovem outras amizades. para que as crianças possam utilizar esta rede social é necessário o registo de um cartão de crédito.

E vocês o que pensam sobre este assunto?

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Chegou o Verão!

Hoje partilho convosco algumas sugestões de actividades para fazer com os nossos piolhos.












(todas as imagens foram retiradas da internet através do motor de busca google)

Sentir...

Covid 19. O tema do momento e o medo que nos inunda.  Confesso que comecei por tentar levar este assunto de forma leve, tentava não dar g...