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| Todas as imagens foram retiradas da internet |
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Dar asas à imaginação - Dia de Reis - trabalhos manuais
O dia de Reis está a chegar. Deixo-vos algumas ideias para trabalhos com os mais pequenos.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
A minha criança é um medricas!
"A minha criança é um medricas!" Quantas vezes já ouvimos esta afirmação? Provavelmente umas tantas mas, é importante que se saiba que os medos são fundamentados. A Oficina de Psicologia desenvolveu o infograma abaixo apresentado com o intuito de explicar um pouco melhor o medo das crianças consoante as suas idades.
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| Artigo publicado em Oficina de Psicologia |
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Os meus miminhos de Natal
Porque há gestos que valem mais que mil palavras, este ano decidi fazer eu mesma alguns miminhos para oferecer. Por norma não tenho muito jeito para as artes plásticas mas acho que desta vez não me saí muito mal.
Dentro dos frasquinhos coloquei bolachinhas de aveia, bom-bons, rebuçados e geleia de laranja.
domingo, 25 de dezembro de 2016
Acreditar no Pai Natal
Andava eu a vasculhar as notícias na Internet quando me
deparo com esta: (http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2016-11-24-Acreditar-no-Pai-Natal-serabom-para-as-criancas-).
Fico chocada! Nunca achei demais o estímulo à criatividade das crianças. Nunca
achei demais permitir a uma criança acreditar. O Pai Natal é provavelmente a
personagem mais falada pelo mundo fora. Compreendo que os pais se debatam com a
questão “Devo ou não mentir?” mas, aqui acho que não se trata de uma mentira
mas sim de um estímulo.
Eu sou do tempo em que se
acreditava no menino jesus. O meu lado paterno da família é católico praticante
e na noite de 24 para 25 iam inclusive à missa do galo. Ensinaram-me o que é a
comemoração tradicional do Natal. Os presentes eram abertos (e ainda são) apenas
à meia-noite de 24 para 25 de Dezembro, nunca antes. À mesa comia-se (e
come-se) o bacalhau com as couves ou então o arroz de polvo (note-se que a
minha família paterna é da zona norte do país.) O lado materno da família vivia
o Natal de outra forma mas, era a eles que cabia a parte da magia. Na verdade,
eram eles que tinham o papel fundamental. Os meus pais nunca alinharam na
simulação de Pai Natal, mas com a colaboração do lado materno da família os
presentes apareciam sempre debaixo da chaminé. Como passávamos o Natal fora a
ansia de voltar a casa era mais que muita. Chegar a casa e descobrir se o Pai Natal
já lá tinha estado era mágico. Estas crenças não me fizeram mal nenhum, bem
pelo contrario fazia-me sentir uma energia e uma felicidade que hoje é
arrebatada pela raiva do consumismo associado à época.
Fui tão feliz! E vejo-me na
obrigação de contrapor um pouco o que defendem na investigação falada nesta notícia.
Esqueçamos o que é politicamente correcto e façamos o que nos faz felizes.
Deixemos as nossas crianças acreditar no Pai Natal, no menino Jesus (para quem
acredita), na magia da época. As crianças têm tempo de crescer, agora é o
momento de as fazer sorrir.
A realidade deve ser descoberta
por si própria. Obviamente que após a descoberta da realidade podem surgir
verdadeiras desilusões mas, também é verdade que os valores e a segurança são
trabalhados ao longo de 365 dias por ano. A mim aconteceu-me já não acreditar
no Pai Natal e fingir que sim só para tentar manter a magia inerente a essa
crença até porque tenho um irmão mais novo.
E mais engraçado ainda, quando
tirei a carta de condução recebi um carro pelo Natal e adivinhem quem deixou a
chave debaixo da chaminé? Claro está, o Pai Natal.
Hoje, e tal como já referi
anteriormente a magia não é igual e confesso ter saudades. Sou uma pessoa que
gosta de estar ligada às tradições. Gosto de ver a família reunida, gosto claro
está de receber presentes mas, detesto que toda a magia desta época se singa
apenas a isto. Acredito mais no estar presente do que dar ou receber presentes.
Tenho saudades da ansiedade que sentia para que chegasse a meia noite, dos
jogos que fazíamos, da luta contra o sono, tenho saudades das pessoas que já
não voltam e que davam outro significado a esta época.
Por isso, sim! Deixem que as
crianças acreditem no Pai Natal, nas Fadas, deixem que as crianças sejam
crianças. Aos poucos elas mesmas irão descobrir a verdade. Lembrem-se que este
pequeno luxo de acreditar no Pai Natal não é para todos. Porque não podemos
esquecer todas as crianças pelo mundo fora que nem sequer sabem o que é o
Natal, ou se quer o que é uma família.
É com estas crianças que nos
devemos preocupar e não com estas pequenas trivialidades da vida.
Não será que cada vez mais nos
arranjam problemas onde não existem? Não será que cada vez mais se faz de
coisas simples um problema? Levemos a
vida com leveza e sejamos felizes e se possível façamos os outros também eles
felizes.
Feliz Natal!
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| Imagem retirada do google |
domingo, 18 de dezembro de 2016
Momentos doces
Quem me conhece sabe que não sou muito dada à culinária mas, este ano decidi aventurar-me e fazer uns miminhos (não posso revelar muito mais). E como falta apenas uma semana para o Natal hoje foi dia de por mãos à obra.
Ao que parece ninguém adivinhou o que o meu formo estaria a cozinha. Bem sei que pelas fotos pareciam almôndegas mas não eram. Hoje foi dia de fazer bolachinhas de Aveia.
Deixo-vos agora a receita:
Ingredientes
1 copo de farinha de trigo sem fermento
1 colher de fermento
4 colheres de margarina
1 laranja ou 1 limão
1 ovo
1 copo de açúcar
1 copo e meio de aveia em flocos
Preparação:
- Juntar a farinha, fermento, a margarina derretida o sumo do limão ou da laranja,o ovo, o açúcar (utilizei açúcar amarelo) e os flocos de aveia;
- Misture tudo (eu misturei os ingredientes com ajuda de uma batedeira);
- Quando a massa estiver consistente faça pequenas bolinhas, coloque no tabuleiro e leve ao forno previamente aquecido a 180º.
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| Preparação 1 |
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| Preparação 2 |
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| Resultado Final |
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Allepo
Entristece-me ver o que se passa por este Mundo fora. Cada vez me revolta mais as noticias que por ai circulam. O que se passa com estas pessoas? O que se pretende com estas guerras incessantes? Morrem civis, morrem adultos e crianças inocentes. Parece um ciclo vicioso, um negocio sem fim à vista.
Allepo é uma das muitas cidades agora destruída pela guerra na Síria. Aquela que em tempos foi considerada a cidade mais bonita e elegante do Mundo, é hoje uma cidade negra. Manchada pela morte e pela tristeza. É difícil assistir ao que se está a passar. Bem sei, que pelo Mundo fora existem milhares de tantas outras situações igualmente difíceis. Bem sei, que pouco fazemos. Sou grata por ainda viver num pequeno paraíso à beira-mar plantado mas, não podemos fingir que não vemos.
Vamos tentar ajudar... Para isso basta assinarem esta petição da Amnistia Internacional Portuguesa.
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| Foto retirada do google |
Termino este post com uma afirmação de Albert Einstain:
"O Mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles qe observam e deixam o mal acontecer."
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